2.28.2007

A Ascensão - a acelaração da Alma...

A Ascensão - a Aceleração da Alma em Consciência mais Alta no Caminho da Iniciação.

" É verdade, embora a forma de um indivíduo possa mostrar sinais de velhice para sua ascensão, todos estes sinais mudarão e a aparência física do indivíduo será transformado no corpo glorificado. O indivíduo ascende, então, não em um corpo terrestre mas em um corpo espiritual glorificado no qual a forma física é mudada no momento através da imersão total na grande chama de Deus. ". Quando a chama de honra a Deus é empregada nas metas dos homens, eles se tornam orientados por Deus e assim não pode haver nenhuma possibilidade de divergência ou sombra de torneamento na monada humana que é motivada por uma determinação absoluta para o Divino. O mundo está cheio de seres humanos e criações humanas, mas é ao Divino que os homens têm que buscar para atingir a sua liberdade. A acção de caduceus trabalhará duas vezes efectivamente nessas existências em quem a expressão de honra, justiça, e clemência vai de mãos dadas com exercício espiritual. Um dos pequenos pedaços estranhos de informação que eu às vezes vacilo em passar para os estudantes porque se trata de um processo que é quase o regresso mecânico, é o transporte da energia de Deus até a base da coluna e a reversão daquela energia para o coração da Presença. Este processo que às vezes foi mal usado por esses que são inaptos na prática do que é chamado Kriya yoga operará perfeita e automaticamente nesses indivíduos cuja devoção a Deus é bastante grande. No passado, muitos dos santos que levitaram na atmosfera o fizeram por causa da intensidade da sua magnetização da energia da chama de Deus. O flutuar no ar destes santos era um teste à sua relação devota e íntima com a Presenças de Deus. Assim o mesmo Deus elevará o homem ao seu próprio coração, e o que desceu também ascenderá. O matrimónio alquímico (a união do mais baixo eu com o Eu mais Alto) acontecerá quando o mais baixo eu mostrar boa fé e a vontade para cumprir todas as obrigações partidas na Convenção de Divina Reunião. Alguns podem dizer que no caso de uma ascensão subirá a forma da carne e deixará uma pilha de cinza branca no solo em baixo dos pés do aspirante. Isto é verdade em alguns casos onde a alquimia da ascensão é executada um pouco prematuramente e por razões cósmicas. Nesta instância a cinza branca é o resíduo do não transmutado da existência. Em outros casos este resíduo está ausente da mancha onde o indivíduo ascendeu, tendo sido transmutado por uma intensa acção de caduceus. É verdade, embora a forma de um indivíduo possa mostrar sinais de velhice para a ascensão, e que todos estes sinais mudarão e que a aparência física do indivíduo será transformada no corpo glorificado. O indivíduo ascende, então, não em um corpo terrestre mas em um corpo espiritual glorificado no qual a forma física é mudada no momento através da imersão total no grande Deus. A consciência de homem na chama do corpo físico cessa e ele alcança um estado de imponderabilidade. Esta ressurreição acontece quando o grande Deus chama envolve a concha de criação humana e transmuta, em um padrão de grids cósmico, todos os padrões de células do indivíduo, a estrutura óssea, os vasos sanguíneos e todos os processos entram em completa e grande metamorfose. O sangue veias muda para luz dourada líquida; o chakra da garganta arde com uma intensa luz azul-branca; o olho espiritual no centro da frente se torna um Deus como uma chama que sobe para cima; os artigos de vestuário do indivíduo são completamente consumidos e ele assume o aparência de estar vestido em uma bata branca, o antigo vestuário sem costura do Cristo. Às vezes o cabelo longo do Corpo Mental mais Alto aparece como puro ouro no ascendido; então novamente, olhos de qualquer cor podem se tornar um bonito eléctrico azul ou um violeta pálido. Estas mudanças são permanentes, e o ascendido pode levar o seu corpo, com ele onde quer que ele deseje ou ele pode viajar sem o corpo espiritual glorificado. Os seres ascendidos podem e ocasionalmente aparecem na terra como mortais comuns e em vestes de antigos vestuários físicos, se assemelhando às pessoas da terra e movendo-se entre eles para propósitos cósmicos. Isto, Saint Germain, fez depois da sua ascensão quando ele era conhecido como o Homem dos Milagres na Europa. Tal actividade é uma questão de dispensação recebida do Conselho Cármico. O aparecimento de Jesus amado ante Paulo na estrada para Damasco é outro destes casos. Merely ao ser levado pelo Espírito, como Philip, de uma cidade para outro, ou ser elevado temporariamente na atmosfera na levitação não é igual à ascensão e não deveria ser interpretado assim. Elias, o profeta, na ascensão, foi levado ao céu em uma " carruagem de fogo ". Esta carruagem, pode ser actualizada ou simbolicamente qualificada como o estrondo das densidades atómicas da volta do género humano como rodas de carruagem na substância ígnea da chama de ascensão até todo átomo, célula, e elétron serem purificados. Assim o homem é propulsado na chama da ascensão como estas "rodas dentro de rodas" elevados em taxa vibratória até que eles girem com a intensidade de luz isto é, o tom divino soa adiante e de dentro deles a nota de vitória individual. Zarathustra que ascendeu de volta a Deus em "uma grande chama", ou Elijah que entrou no céu na "arruagem de fogo". A chama da ascensão é a chave que destranca a porta a imortalidade para todo homem. A chama é o veículo que carrega o ascendido de volta ao coração da sua Divina Presença. Ele retém plena consciência deste ritual inteiro e, uma vez que ascendeu, ele se torna no momento o emissário da Grande Fraternidade Branca. Levando a cabo vários objectivos que sempre vêm debaixo da direcção da Paternidade de Deus. Vida é uma corporação fechada. Se Deus é o presidente deste conselho, então o Cristo é o presidente e o conselho de directores são os mestres ascendidos. Pode ser dito justamente que o céu é uma loja de união fechada onde ninguém pode trabalhar de facto contra os objectivos divinos. Embora o homem tenha escolhido se rebelar contra o testamento de Deus e entrou em escuridão e em ignorância, embora muitos professaram para serem grandes almas, avatares, ou os seres espirituais de grande poder, a realidade daquele poder é determinada pelo Espírito eterno de Deus, e são carregados em iluminação e graça a toda existência pelo Espírito do Cristo vivente. A ascensão é uma parte inevitável do sistema divino. Consiste nestas iniciações: a transfiguração na configuração divina, o ritual de crucificação na cruz da MÃE, a ressurreição de substância morta, e, afinal, o da própria chama da ascensão que eleva os homens para fora do domínio das energias recalcitrantes e de todas as actividades traiçoeiras, imperfeição mortal e erro. A ascensão é o começo do reino para cada um; e quando toda alma é levada e nenhuma esquecida, o próprio mundo ascenderá de volta ao coração de Deus, como um planeta vitorioso. Para este fim nós trabalhamos e servimos. A pirâmide de verdade cósmica, edificada em pedras vivas, tem que subir das grandes planícies da Mãe. A Mãe Eterna tem que proteger o Filho Eterno. A concha de pureza cósmica tem que trombetear a vitória do homem conforme o plano divino. A geometria divina, pelo símbolo da pirâmide, puxa a consciência do aspirante à ideia de uma vida de ascensão. Ascender é misturar em unidade cósmica com o coração do Eterno. É o destino de todo homem. Esses que entendem isto se regozijarão na consolação da sua própria última liberdade de toda a viagem terrestre e como propósito cósmico é empossado agora e sempre em consciência. Minhas mãos serão estendidas amando bem-vindo a ti, à hora da tua vitória. Eu permaneço seu professor e amigo.
Serapis Bey

Osho - Uma Xícara de Chá

Não deseje a felicidade
Porque este desejo atrapalha o caminho,
Viva a vida desacorrentado do desejo
E sem olhar para um objetivo.
Viva livre!
Viva momento a momento!
E não tenha medo,
Seja livre do medo
Porque não há nada a perder
E nada a ganhar
- e no momento em que você entender isto
a totalidade da vida será alcançada.
Mas nunca se aproxime dos portões da vida como
Um mendigo, nunca mendigue,
Porque aqueles portões nunca se abrem para Mendigos!

2.22.2007

Bichoterapia!


Bichoterapia
BONS HÁBITOS

O convívio com os animais traz alegria, bem-estar e saúde, conhece as histórias de quem se apoiou nos bichinhos para superar os mais diversos problemas.

HÁ 14 ANOS, a secretária Regina Morgado, 46, estava a passar por um momento muito difícil.
“Era o fim de ano, eu tinha acabado de me separar e estava bastante deprimida, mal saía da cama e só chorava”, conta ela.
Foi aí que a campainha tocou e, ao abrir a porta, veio a surpresa: numa caixinha de papelão, um gatinho preto e branco com um laço no pescoço. “Ele estava todo sujo e cheio de pulgas. Gostei logo dele e fui obrigada a tomar banho, trocar de roupa e levá-lo ao veterinário. Foi nesse momento que se deu o início da minha recuperação. Daí em diante parei de me lamentar e deixei-me contagiar pela alegria daquele animal”, relata.
Hoje, para além de Bacco, o cão que uma vizinha amiga lhe deu , Regina cria mais cinco gatos. “Agradeço todos os dias por eles fazerem parte da minha vida, são um uma fonte constante de felicidade. Eles amam-me e eu adoro-os, somos como uma verdadeira família”, diz ela. Assim como Regina, milhares de pessoas já passaram pela experiência mágica de conviver com os animais de estimação. Gatos, cães, pássaros, não importa a espécie, o resultado é sempre o mesmo: o mais puro afecto. E melhor ainda: é gratuito, incondicional, verdadeiro e recíproco. Além do benefício emocional, essa convivência traz também saúde, como demonstram algumas pesquisas científicas.
O Afecto Cura: O simples contacto com os animais de estimação é capaz de gerar nas pessoas reacções físicas e psicológicas bastante positivas. Pesquisas científicas confirmam, inclusive, que as pessoas enfermas respondem melhor ao tratamento clínico quando visitadas por animais. É o que defende a Delta Society, uma organização internacional sem fins lucrativos que promove a capacidade dos animais de ajudarem na recuperação de pessoas doentes. Segundo a instituição, estudos comprovam que as visitas terapêuticas de apenas 12 minutos com a presença de um cão melhoram as funções cardíaca e pulmonar, diminuindo a pressão sanguínea, impedindo a libertação de hormonas prejudiciais ao coração e atenuando assim a ansiedade de pacientes cardíacos que estejam internados.
Além disso, uma pesquisa desenvolvida pela University of New England, na Austrália, mostrou que os donos de animais têm menos hipóteses de ter problemas psiquiátricos e que os hipertensos que adquiriram um animal de estimação tiveram melhoras consideráveis após o período de seis meses. Quando a convivência com o animal é constante, o benefício é ainda maior. “O ser humano é movido pelo afecto. Dar e receber carinho de forma tão espontânea – como acontece com os bichos – faz com que nosso organismo passe a liberar mais dopamina e serotonina, substâncias que acalmam e dão a sensação de felicidade”, afirma a psicóloga comportamental Kátia Aiello.
A partir daí o efeito é em cadeia: a imunidade aumenta, as doenças vão embora e a tristeza também. Foi o que aconteceu com uma senhora de 78 anos. Após a morte do único filho e do marido, ela tornou-se uma pessoa bastante triste. “Ela ligava-me a chorar várias vezes por dia, não sabia mais o que fazer”, conta a sua neta, uma advogada de 31 anos. A situação mudou quando, seguindo o conselho da família, a dita senhora de 78 anos resolveu comprar um cãozinho, um pinsher de nome Tiquinho, hoje com três anos de idade. “Ela recuperou a alegria de viver.
O facto de ter um Ser para cuidar, dar banho, alimentar, levar a passear, começou a dar sentido à sua vida, apesar das saudades dos seus entes queridos que partiram”. Confiante nisso, a Organização Brasileira de Interacção Homem-Animal Cão Coração (O.B.I.H.A.C.C.) promove há seis anos o projecto Cão do Idoso em São Paulo. Criado com o objectivo de desenvolver a Actividade Assistida por Animais – (AAA) e a Terapia Assistida por Animais (TAA), o projecto é aplicado aos pacientes que estão em casas de repouso ou abrigos, por meio da interação dos idosos com os cães, mediada por profissionais de saúde, como psicólogos, veterinários e fisioterapeutas.
“Atendemos cerca de 310 idosos de quatro instituições, graças ao trabalho de 72 voluntários e ao patrocínio de duas empresas”, diz Jerson Dotti, fundador da ONG e autor do livro Terapia & Animais, Ed. Noética. Os benefícios do contacto, segundo ele, são os mais diversos possíveis, como melhora muscular, motricidade, sensibilidade, sociabilidade, locomoção e memória. Além disso, os tratamentos convencionais têm os seus resultados acelerados pelo contacto com o cão.

Agora confere os benefícios comprovados pelo contacto com animais domésticos:
- As visitas terapêuticas com cães melhoram as funções cardíaca e pulmonar, diminuindo a pressão sanguínea, impedindo a libertação de hormonas prejudiciais e atenuando a ansiedade dos pacientes cardíacos que estão internados;
- A existência de aquários que contêm peixes coloridos pode impedir desordens de comportamento e melhorar os hábitos alimentares dos pacientes com Alzheimer;
- A presença terapêutica de um cão pode diminuir a aflição das crianças durante um exame médico;
- Estar próximo de um cão durante um tratamento dentário reduz o stress de crianças que têm medo de ir ao dentista;
- A terapia assistida com animais pode reduzir eficazmente a solidão dos pacientes que estão ligados aos aparelhos por longos períodos;
- Os idosos que têm cães vão menos ao médico do que aqueles que não os têm;
- Os donos de animais de estimação têm as taxas de colesterol, triglicéridos e pressão arterial mais baixos;
- A companhia de animais de estimação (sobretudo cães) ajuda as crianças a lidarem melhor com casos de doenças graves e morte de familiares;
- Os donos de animais de estimação têm menos medo de serem vítimas de assalto, quando saem para caminhar com eles, ou quando estão em casa;
- Os animais de estimação ajudam a diminuir o stress diário, a solidão e o isolamento;
- A auto-estima das crianças aumenta quando elas possuem um animal de estimação;
- Os pacientes com Sida que têm animais sentem menos depressão e stress, eles acabam por ser uma fonte de apoio e consequentemente ajudam na capacidade de superação da própria doença.

Dar e receber carinho de forma tão espontânea faz com que nosso organismo libere dopamina e serotonina, substâncias que acalmam e dão a sensação de felicidade, como já foi mensionado.
Apoio contra a angústia: o animal funciona como um apoio que ajuda a liberar as angústias e as amarras que, muitas vezes, nos impedem de ter uma vida normal. Quando uma pessoa sofre uma perda, fica fragilizada e passa a projectar no animal aquilo que está a sentir. È comum que se diga frases como “coitado do gato, está tão triste, acho que quer festinhas” ou ainda “o cão anda tão carente, acho que quer passear”. A necessidade, na verdade, não é do bicho, mas do dono. Mas um acaba por ajudar o outro a superar o problema. Além disso, os animais impõem nos seus donos, mesmo quando eles estão doentes, responsabilidades que os amigos e parentes preferem não exigir deles. Normalmente costuma-se poupar quem está triste ou doente de compartilhar as refeições ou participar de eventos sociais, com o animal não é assim. Ele
quer passear, brincar, comer e precisa de atenção. Isso é, sem dúvida, um estímulo.
Um bom exemplo disto é a história do editor de livros Joaquim António Pereira Sobrinho, 40. “Eu costumava ser um bruto, sério demais, e evitava demonstrar os meus sentimentos. Por conta desse comportamento, tive várias crises de depressão, mas desde que tenho um cão tudo isso passou. Hoje sou uma pessoa muito mais feliz”, afirma. O seu sobrinho conta que ganhou o cão, ainda pequeno, de um amigo e que as mudanças temperamentais do seu tio ocorreram aos poucos, sem que ele percebesse.
“Os meus amigos começaram a estranhar as minhas atitudes, e de repente passei a ser mais carinhoso e atencioso, estavam sempre a dizer: "quem te viu, quem te vê’”.
As crises de depressão? Passaram! “O animal chama-nos para a vida, obriga-nos a sair para levá-lo a passear e fica ao pé de nós, se porventura percebe que estamos tristes, não há neura que que resista”, diz.
A psicóloga afirma ainda que o acto de cuidar de outro Ser é bastante importante para o desenvolvimento da auto-estima e da auto confiança. “Sem contar que os animais não têm preconceitos, são capazes de amar quem é doente, velho, pobre da mesma forma que amariam quem não tem nenhum desses problemas”, afirma a dita psicóloga.


Agora segue-se dez mandamentos necessáros para que se possa ter um animal:
1. Antes de adquirir um animal, considera que o tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunta à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifica quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados;
2. Adopta animais que estão em municípios públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar logo um por impulso;
3. Informa-te sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico;
4. Mantém o teu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, os passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo;
5. Cuida da saúde física do animal. Fornece abrigo, alimento, vacinas e leva-o regularmente ao veterinário. Dá-lhe banho, escova-o e exercita-o regularmente;
6. Zela pela saúde psicológica do teu animal. Dá-lhe atenção, carinho e ambiente adequado a ele;
7. Educa o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeita as suas características;
8. Recolhe e joga os dejectos em local apropriado e não os deixes ficar na rua;
9. Identifica o animal e registra-o;
10. Evita as crias indesejadas de cães e gatos. Castra os machos e as fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.

2.19.2007

Profecia Celestina!

Este trailer aborta a energia que nos rodeia. Observem!

Trailer da Profecia Celestina ja nos cinemas!

2.13.2007

Auto-Estima Lusa onde estás?

Auto Estima Lusa, Onde Estás?

A confiança em si mesmo é o primeiro segredo do êxito!
(Ralph Waldo Emerson)


Hino Nacional de Portugal
Música de Alfredo Keil
Letra de Henrique Lopes de Mendonça

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar


Povo Português, nobre nação lusa, acorda e sopra os teus tão desejados ventos internos, há muito dissipados para outras paragens. Acorda o chakra cardíaco Português, para que a chama da vitória possa brotar de novo.
O povo Português nunca deixou de estar, sempre esteve e estará, apenas necessita de um empurrão para poder acordar da sonolência profunda em que se deixou mergulhar.
Partindo de uma análise, atenta, ao Hino Nacional de Portugal, divinamente inspirado por Henrique Lopes de Mendonça na letra, e Alfredo Keil na Música, percebe-se claramente, por entre palavras lusitanas todos os moldes que têm delineado o destino do Pais, quer no seu passado, presente e futuro. Toda a missão de Portugal, assim como seus desafios e dificuldades, encontram-se expressos no Hino Nacional Português como uma mensagem clara, objectiva e aberta a todos que estejam interessados em lê-la com maior profundidade. O curioso, é que a profundidade do Hino é de tal forma, que pelo seu carácter bélico (“às armas”), visto pelos olhos de algumas mentes humanas, tentou-se acabar com ele, chegando mesmo o caso ter ido à Assembleia da Republica. Mas nada em contrário foi feito para o anular, e o Hino ainda continua oficial, até todos os Portugueses o entenderem e integrá-lo em suas vidas quotidianas. “Às armas” refere-se ao erguer de um povo, nobre nação de espírito, vigor no sangue luso, que só precisa de acreditar um pouco mais em si; e quando se diz “contra os canhões marchar, marchar” significa que tem que se lutar contra a apatia, inércia, pacatez, inveja, falta de auto confiança, que simplesmente, deixamos que toma-se conta da nossa alma lusa, guerreira, que tão bem nos caracterizou no passado. Não é à toa que, quando o povo Português se envolve de corpo e alma, em causas, sejam elas quais forem, o que mais sobressai é uma enorme unidade, força, vigor e competência. Significa que temos as qualidades, mas não as usamos diariamente, uma vez que as provações exteriores têm tentado diminuir a nossa fé.
Nas primeiras quatro estrofes do Nosso Hino “A Portuguesa”, podemos observar e sentir toda a força de um império, que nunca deixou de estar connosco, que reside em cada célula e ADN luso. Se observado numa perspectiva, quiçá metafísica, impõe-se até como profético, adivinhador e indicador de todos os passos a dar para vencer todo e qualquer “eco de uma afronta”. O punho de Henrique Lopes de Mendonça parecia movido por forças divinas visionárias, que pretendiam mostrar a todo o Português, o caminho a seguir, e anunciar as suas qualidades como também os defeitos a serem vencidos. “Desfralda a Invicta Bandeira” como quem diz, retoma o bom senso, acorda dessa sonolência agoirante, que te tem amarrado numa depressão profunda, e “À luz viva do teu céu”, “Brade a Europa à terra inteira”, e grita ainda mais: “Portugal não pereceu”.
Esta força adormecida, que tanto se fala, tem mais do que nunca que renascer, e só poderá renascer quando Portugal permitir recuperar a sua falta de amor, auto-estima, para que desta forma, se possa curar o ego ferido, ao longo destes últimos séculos da nossa história.
Necessitamos das “brumas da memória”, ou seja da força do passado, passado esse, que jamais poderá ser desprezado, ou até mesmo esquecido uma vez que se tem que partir dele, para requalificar o presente e moldar o futuro. O passado ensina-nos, o presente constrói-se e o futuro é a união dos dois!
Toda a conjuntura actual portuguesa retrata, toda a queda dos odres velhos que têm que cair, para que possa nascer vinho novo. Toda uma consciência lusitana terá que ser modificada, para que um novo país possa nascer. Essa consciência já se encontra em fase de requalificação, tem sido feita, através do sofrimento, miséria, ruína de toda uma postura inerte, seca de onde já não provem mais frutos. Dai, estarmos a assistir a toda uma série de calamidades, sejam elas de natureza ambiental, social, politica. Esta Nação Lusa, é dotada de esplendor, vigor, fertilidade, força, mas que constantemente se despreza, acreditando mais nas coisas que vêm do exterior, do que nas coisas maravilhosas que temos no nosso interno. Como pode esta situação ter chegado até este ponto? Se a causa é realmente a falta de auto estima, então o problema está solucionado, basta mudar-nos o nosso foco consciencial e a nossa maneira depreciativa de nos observar-mos.
Portugal é uma país crístico, como dita a Carta da Fundação de Portugal, passível de ser lida por todos, basta dirigimo-nos à Torre do Tombo e ter realmente interesse em aprofundar e conhecer um pouco mais de nós mesmos, da nossa própria História. Nesta mesma Carta, na qual D. Afonso Henriques (escrita ou não por seu punho, não interessa, pois o que importa aqui é o relato em si, o que se pode concluir dele) perante nomes ilustres da época, conta que viu Jesus Cristo, e este lhe ordenou a formação de Portugal: “ e quero em ti e teus descendentes fundar em mim um império por cujo o meio seja meu nome anunciado entre nações mais estranhas” e “ para que teus sucessores conheçam quem lhe deu o Reino, comporás o Escudo de tuas armas do prego com que eu remi o género humano daquele que fui comprado por judeus e será reino para mim santificado puro por fé e amado por piedade”.
Como um dos sete países cristicos (entres os quais encontra-se o Peru, e Israel,) ou seja criado por ordenança cristica, “Portugal não pereceu” nem pode perecer, uma vez que tem um papel fundamental no que respeita à ascensão da própria Europa, onde se situa, e além dela.
Todas as calamidades, que o País tem enfrentado, representam um chamamento divino, para que realmente se cumpra o que há muito se encontra designado nos arautos celestiais. Dai, toda a estrutura económica, politica e social ter vindo a sofrer rupturas atrás de rupturas. O mesmo se poderá também dizer em relação às calamidades naturais que tê m fustigado o País, ano após ano. É toda uma estrutura consciencial, que faz com que a natureza também dê os seus sinais de protesto, como se de mais um aviso de tratasse com o intuito de acordar a chama trina portuguesa.
Não só de Jesus Cristo, o Filho do Criador, Portugal goza de protecção, se olharmos com atenção o Hino, observamos que no quinto verso, trigésima segunda estrofe, há uma chamada de atenção relativamente à energia feminina da Mãe Divina, que por sua vez, tem vindo a cobrir com o seu manto todo o território Português, impedindo que catástrofes aflorem e devastem o País.
Isto é curioso, no sentido que pela primeira vez na história da Terra a energia feminina da Mãe Divina (intuição, calma, amor, paz) está a ser derramada por todo o planeta e por todo o Homem, uma vez que até então a que mais sobressaia era a energia masculina (racionalidade em demasia, lutas, guerras, impaciência). Muitas já foram as ocorrências que sucederam, como alguns terramotos, ao largo da costa portuguesa, que tentaram “injuriar a sorte lusitana”.
A batalha, que Portugal enfrenta hoje, não é mais contra os infiéis, não se trata de lutar mais contra os mouros, mas trata-se sim da necessidade urgente de uma requalificação consciencial da própria nação lusa.
Os “canhões” de hoje não são mais as armas bélicas, mas sim a falta de amor, união, inércia, pacatez, que teimam em atrasar um desígnio maior que Deus tem, como missão, para Portugal.
Pela sua própria força interna, dinamismo, confiança e obviamente por toda uma sustentação energética superior, que confiou à genética do povo Português, a elevação consciencial dos restantes povos da Europa, Portugal tem tudo para ir em frente com sua missão. É um volte face que terá que ser dado, sendo o que está aqui em causa não é mais um conquista territorial, defesa do território, mas sim toda uma imagem, postura de confiança perante o mundo nos seus mais diversos cenários.
Alguma dessa mesma força interna, tem vindo a querer brotar, e é notório que quando o País e os Portugueses se juntam em prol de algo (Euro 2004/Timor-Leste) saí-se vitorioso, dignificante uma vez que naqueles momentos, nada mais existe a não ser a força da alma lusa. Alguns cargos de representação internacional têm sido ocupados por Portugueses, sendo este, mais um “sinal de ressurgir” do que realmente se pretende, ou seja lavar a imagem da alma lusitana além fronteiras com o intuito de recuperar a dita auto confiança. Só é preciso que todos nós colaboremos. Está nas nossas mãos o destino da nação, cabe a nós decidirmos o que fazer com ele!

J.M.A

2.12.2007

Poemas cont

Liberdade
Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.

O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...

Fernando Pessoa


Sou um guardador de rebanhos

Sou um guardador de rebanhos.
O rebanho é os meus pensamentos
E os meus pensamentos são todos sensações.
Penso com os olhos e com os ouvidos
E com as mãos e os pés
E com o nariz e a boca.

Pensar numa flor é vê-la e cheirá-la
E comer um fruto é saber-lhe o sentido.

Por isso quando num dia de calor
Me sinto triste de gozá-lo tanto,
E me deito ao comprido na erva,
E fecho os olhos quentes,
Sinto todo o meu corpo deitado na realidade,
Sei da verdade e sou feliz.

Alberto Caeiro

2.07.2007

Poemas!

Vou dedicar o resto da semana à nossa Poesia, neste caso à de Fernando Pessoa, toda ela cheia de ritmo, intenidade, alma, profundidade e coração. Penso que é bom ler com calma pois alguns versos podem servir perfeitamente como inspiração para a própria vida. Acredito que em cada um de nós reside um poeta escondido, sempre com vontade de se expressar, de sentir e sempre à espera de se retractar. Com timidez, anseio, ousadia, no papel, escrita, pensamento, vento, maresia, natureza. Aqui e agora sentirá que não está só.

O Infante


Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,

E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.

Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!

Fernando Pessoa, in Mensagem

Deus

Às vezes sou o Deus que trago em mim
E então eu sou o Deus e o crente e a prece
E a imagem de marfim
Em que esse deus se esquece.

Às vezes não sou mais do que um ateu
Desse deus meu que eu sou quando me exalto.
Olho em mim todo um céu
E é um mero oco céu alto.

Fernando Pessoa


Segue o teu destino
Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.

A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios.

Suave é viver só.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses.

Vê de longe a vida.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses.

Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam.

Ricardo Reis

2.06.2007

Já não tenho tempo!

"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente,mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices.Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não vou mais a workshops onde se ensina como converter milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação" , onde "tiramos fatos à limpo". Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral.Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia.Não quero ficar explicando porque gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo que a considera herética. Minha resposta será curta e delicada: - Gosto, e ponto final! Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.Já não tenho tempo para ficar dando explicação aos medianos se estou ou não perdendo a fé, porque admiro a poesia do Chico Buarque e do Vinicius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis,Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.Sem muitas jabuticabas na bacia,quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a "última hora"; não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus. Caminhar perto dessas pessoas nunca será perda de tempo"
Pe Ricardo Gondim

2.03.2007

O Aborto

O Aborto

Aproveitando as circunstâncias actuais, apraz-me a mim falar um pouco sobre o que sinto em relação a este assunto. Tudo o que vier a expor aqui, será apenas a minha verdade construída e elaborada dentro do meu próprio Ser interno. Não pretendo mudar opiniões, nem fazer com que acreditem na minha, orquestrar grandes dissertações há cerca do assunto, ou ir até aos pormenores. Mas sim, apenas, explanar aquilo que sinto sobre um ponto de vista humano e espiritual.
O assunto parece polémico, mas só o é porque um aglomerado conjunto de mentes converte para o dito assunto massificando-o. Que bom que seria se toda essa força mental fosse usada para, quem sabe, dissertar sobre a paz interna de cada um e a sua própria busca. Até poderíamos fazer um referendo sobre o assunto? Porque não?
Bom, mas uma coisa tenho que admitir que é graças a estas “polémicas”, que por sua vez estão munidas de força capaz de alterar, quem sabe para melhor, o que o Homem criou até então (leis, normas obsoletas, padrões, conceitos, preconceitos), que se consegue com que ocorram mudanças.
Não querendo entrar em detalhes, eu, Adam Humano, também sou levado a pensar sobre estes assuntos, embora não fique à espera que eles se tornem polémicos. Acima de tudo, sobre o ponto de vista humano eu defendo a democratização, ou seja a plena liberdade de escolha, neste caso da mulher. Uma alma que escolheu encarnar sobre a veste de uma mulher, com energia divina, espiritual e humana. Limitada ou não pelo corpo, não quer dizer que não lhe pertença, que não seja a sua casa – a casa da alma. Vendo as coisas de forma simples, quem gostaria que alguém entrasse por sua casa e começasse a ditar regras, leis, obrigatoriedades de forma aleatória e desumana? “Cada um sabe de si e Deus de todos” – não desprezemos a sabedoria popular uma vez que elas são muitas vezes a própria pedra filosofal. Não desprezemos a Alma Humana, ela sabe o que faz, ela sabe o QUE SENTE. Quem é quem para julgar o outro, quem não cometeu o pecado que atire a primeira pedra.
Se, se mata ou não o feto, se, se vai preso às dez semanas e um dia. Mas o que é isto? De que é que estamos a falar? Estará o Homem a querer defender a vida humana quando tem sido ele o maior causador da sua ruína.
Senhores e Senhoras, Homens e Mulheres, Pessoas, Cidadãos desta casa planetária de que é que estamos a falar realmente? Querem passar a imagem de profundidade mas eu só vejo barcos à devirá. Concordo que estamos todos a aprender e que é necessário organização para que todos possamos viver em conjunto, mas que essa ordem Tenha ORDEM.
Do ponto de vista espiritual acredito, acima de tudo na sabedoria divina, Acredito pois, que se algum Ser tem que desaparecer no 2, 3, 4mês de gestação, ou à nascença ou durante a vida (que é o que nos acontece a todos) é porque assim tem que ser. O que é o nascimento? O que é a morte? Para mim são portas de entrada para esta casa planetária, no qual compete a cada um permanecer o tempo determinado, por si, para que possa evoluir (tendo como base sempre o aprendizado e crescimento humano e espiritual que cada um se compromete, claro que existem excepções). Quando falo em crescimento, evolução refiro-me ao nível consciencial.
Será o tempo igual para todos os Seres? Um minuto para um formiga (um ser vivo, gostando-se ou não) pode equivaler a 60 anos para um ser humano. Ou não será? Tudo depende do que se vem cá fazer.
Gosto de aprofundar as coisas e tentar não vê-las somente sobre um de vista, imposta ou não. Acredito que analisando de uma forma distante, racional e não emotiva consigo ver um pouco mais para além de.
Se nascemos livres e se somos livres na nossa essência porque nos prendemos?

José Maria Amaral