4.13.2007

Eletromedicina - Uma Nova Esperança!

Uma coisa a pensar!
Eletromedicina – Uma Nova Esperança

DESCOBRIU-SE QUE QUANTIDADES MUITO PEQUENAS DE ELETRICIDADE (APENAS CEM MICRO-AMPÈRES) ESTÃO ALÉM DO NÍVEL DE TOLERÂNCIA DE FORMAS DE VIDAS PATOGÊNICAS. E PROVARAM PODER MATAR OU DESVITALIZAR HIV, HERPES E CAUSADORES DE TUBERCULOSE, HEPATITE, GRIPES, RESFRIADOS, BEM COMO OUTROS VÍRUS, FUNGOS, PARASITAS E BACTÉRIAS DO SANGUE E OUTROS FLUIDOS DO CORPO HUMANO.
MÉDICOS DO ALBERT EINSTEIN COLLEGE OF MEDICINE DE NOVA IORQUE PROVARAM QUE DIMINUTAS CORRENTES ELÉTRICAS TORNAM SEM EFICÁCIA QUALQUER BACTÉRIA, FUNGO, VÍRUS OU PARASITA, SEM CAUSAR DANOS AO SANGUE OU FLUIDOS DO CORPO. ESSES MÉDICOS INFORMAM QUE A QUANTIDADE DE ELETRICIDADE USADA NÃO PASSA DE DOIS MILÉSIMOS DE UM AMPÈRE (QUE SE REDUZEM A UNS CEM MICROAMPÈRES ATÉ ATINGIR A CORRENTE SNGÜÍNEA).

NO ENTANTO, PESQUISADORES E CIENTISTAS INDEPENDENTES JÁ CONSEGUIRAM PROVAR QUE TÉCNICAS ELETROMÉDICAS “IN VIVO” NÃO SÃO APENAS SEGURAS PARA SERES HUMANOS, COMO TAMBÉM FUNCIONAM BASTANTE BEM EM INFECÇÕES SISTÊMICAS, SEM IMPLANTES CIRÚRGICOS INVASIVOS OU ELEVADOS CUSTOS HOSPITALARES.
Recentemente, diversos documentos de patentes norte-americanas e internacionais têm relatado que quantidades muito pequenas de eletricidade são intoleráveis para a vida microbiana. Essas forças elétricas comprovaram poder matar ou desvitalizar bactérias, vírus, fungos e parasitas no sangue e em fluidos do corpo, sem efeitos adversos a células saudáveis normais e/ou à função biológica do sangue ou dos líquidos do corpo humano.

A patente norte-americana nº 05188738, concedida em 1993 e pertencente aos médicos do Albert Einstein Medical Center anteriormente mencionados, descreve um aparelho de uso “in vitro” (fora do corpo) para remover sangue de um braço, eletrificá-lo e retorná-lo em estado não patogênico ao outro braço, num processo semelhante à hemodiálise. Essa patente também descreve a proposta de uma técnica “in vivo” (no corpo), pela qual um dispositivo funcionando à pilha e similar a um marcapasso cardíaco é implantado cirurgicamente.

O Dr. Steven Kaali, um dos detentores da patente adianta que o seu aparelho passará ainda muitos anos em teste até que possa ser utilizado “in vivo”, embora nenhum efeito colateral prejudicial ou mutações patogênicas tenham sido constatadas. Enquanto isso, portadores de doenças graves e que já esgotaram os recursos de terapias farmacêuticas, lutam por suas vidas, sem saber da existência de terapias eletromédicas que poderiam muito bem ajudá-los.

Cientistas, médicos e pesquisadores individuais, trabalhando de forma independente, relatam que suas técnicas “in vivo” são absolutamente seguras e altamente eficazes. No entanto, a agência Food and Drug Administration (FDA) dos EUA vem emitindo advertências a esses pesquisadores de que eles podem ser processados judicialmente por apregoarem benefícios decorrentes dessa tecnologia.

A FDA e a Associação Médica Americana (AMA) têm abafado e reprimido a divulgação das informações coletadas durante os últimos anos por um grande número de cientistas, pesquisadores e clínicos sobre a eficácia e a segurança das técnicas “in vivo”, apesar dos surpreendentes resultados alcançados em seres humanos. Enquanto os testes das técnicas “in vivo” nunca foram aprovados, as ameaças de prisão e de suspensão da habilitação pairam constantemente sobre esses profissionais.
Segundo o cientista Bob Beck, doutorado em ciências e responsável pelo projeto de duas técnicas simples de eletrificação “in vivo” do sangue, muitos pacientes portadores de HIV/Aids que utilizaram seus métodos alcançaram contagem viral não detectável (comprovado pelo teste PCR), com uma terapia de duas horas por dia e duração de 4 a 8 semanas. Apesar disso, ele se diz constantemente ameaçado pelas autoridades..

O Dr. Beck é talvez o maior crítico de uma suposta conspiração farmacêutica para desacreditar e abafar o movimento eletromédico. Registros indicam que, em 1930, o Relatório Flexnor classificou como charlatanismo o uso de eletricidade na medicina, enquanto convenientemente introduzia a nova era do antibiótico, a “droga maravilhosa”. Naquela ocasião, somente nos Estados Unidos cerca de 10.000 profissionais da área médica já acreditavam na eletromedicina e a praticavam. Eles foram forçados a suspender essas atividades, sob pena de perderem a habilitação profissional.

No artigo “Um Remédio Chocante”, publicado em 1993 no jornal Post-Intelligencer (Seattle, EUA) a Dra. Leanna Standish, atualmente a mais importante pesquisadora nessa área, declarou “Vivemos um momento muito empolgante na história da medicina – estamos começando a perceber o organismo humano como um sistema biolétrico, e não apenas como uma estrutura anatômica. Acho que muitos anos ainda passarão até que possamos entender completamente as suas ramificações.” Standish é doutora em neurociências.

Desde 1993 os modernos profissionais estão convencidos de que a eletricidade pode representar uma força vital na cura de doenças. Eles se deram conta de que aplicações tidas como muito futuristas, como a reversão de danos causados à medula, bem como a cura do câncer e da Aids, poderiam ser alcançadas através de uma nova compreensão do conjunto de circuitos elétricos do corpo humano. Não estamos falando de aplicações “atualizadas” de registros do século I antes de Cristo, onde se descrevem técnicas utilizando enguias-elétricas para aliviar a dor e curar doenças...

Bem recentemente, em 1997, a Conferência da Sociedade Austríaca de Oncologia sobre “Física Quântica na Medicina – O Paradigma do Próximo Milênio”, da qual participaram oncologistas alemães e austríacos, concentrou-se na integração entre descobertas biolétricas e terapias convencionais no tratamento do câncer. A conferência teve início com uma ampla introdução à física da eletromedicina e seus benefícios. O encontro representou um gigantesco passo em direção à integração entre a eletromedicina e a medicina convencional.

Aquilo que apenas se avizinhava por ocasião da publicação do artigo no Post-Intelligencer de Seattle (1993), pode já ter chegado e estar aqui, agora. Na Internet, um site biolétrico diz “Somente o tempo dirá se uma terapia eletromédica combinada diária e de longo prazo (90 a 120 dias) poderá eliminar completamente infecções por HIV (na verdade curando totalmente os pacientes), ou se tratamentos intermitentes serão necessários para manter as infecções em níveis não detectáveis no cérebro, no sangue, nos fluidos do corpo, nas medulas dos ossos e nos tecidos.” A atitude entre todos os pesquisadores da eletromedicina é absolutamente positiva – eles sustentam que, autorizadas ou não, essas técnicas têm apresentado um índice notavelmente baixo de insucessos .

Afirmam os praticantes da eletroterapia que, mesmo nas piores situações de HIV – com contagem viral superior a 1 milhão por mililitro e a presença de severa deterioração física – essas terapias sinérgicas produzem uma abrupta e quase imediata queda na carga viral, com uma correspondente repercussão na função do sistema imunológico.
Outro proponente apresentou a hipótese de que, caso o HIV permaneça escondido em áreas não alcançadas pelo eletromagnetismo (neste caso pulsações eletromagnéticas de alta potência), sendo HIV ou hepatite positivo, a longo prazo o problema pode transformar-se mais num incômodo do que uma doença com risco de vida. Afirma-se ainda que com autotratamentos periódicos os vírus deverão permanecer não detectáveis. Teoricamente, dizem, os níveis virais ficam tão baixos com as eletroterapias combinadas que os pacientes podem muito bem serem declarados não contagiantes, embora ainda tecnicamente sejam HIV ou hepatite positivos.

Tem sido amplamente divulgado pelos profissionais que certas terapias eletromédicas reduzem rápida e grandemente a severidade e a freqüência dos surtos de herpes, com alguns pacientes crônicos atingindo remissão total.

Um entendimento comum a todos os praticantes de eletromedicina é de que os tratamentos são totalmente seguros e parecem estimular o sistema imunológico, intensificando assim a imunorresposta a todos os invasores. Então os tratamentos elétricos eliminam as doenças diretamente, revivendo o sistema imunológico, ou é a resposta ao estímulo do sistema imunológico que elimina os invasores? Eles dizem que parece tratar-se de uma combinação das duas coisas, embora aparentemente ninguém saiba realmente com certeza, até agora.

Se ficar mesmo comprovado que as terapias eletromédicas são superiores às terapias farmacêuticas convencionais nas infecções microbianas, estaremos certamente nos dirigindo ao que se poderia chamar de uma “revolução médica”, algo que, compreensivelmente, não seria bem recebido pela indústria farmacêutica.

Há dois livros sobre o assunto – “The Cancer Cure That Worked: Fifty Years of Supression” (A Cura do Câncer Que Funcionou: Cinqüenta Anos de Repressão), por Barry Lynes, e “The Body Electric” (O Corpo Elétrico), do Dr. Robert Becker, ambos bem escritos e bem pesquisados. O livro de Lynes concentra-se na vida de Raymond Rife e sua “cura” do câncer via freqüência elétrica. A terapia foi testada exaustivamente e com sucesso pela University of Southern California, na década de 1930. O segundo livro, escrito pelo Dr. Becker (um médico norte-americano), trata das últimas descobertas e do uso da eletricidade na medicina. Algumas das aplicações (como regeneração de nervos, ossos e membros), embora pareçam meio futuristas, têm sido realmente efetuadas.

0 Comments:

Enviar um comentário

Links to this post:

Criar uma hiperligação

<< Home