5.29.2007

Cânticos Maha Vishnu!

George Harrison - Gopala Krishna!

5.26.2007

Estar Só!

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: O outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente. Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem. O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...

5.17.2007

Sintomas da Paz Interior!

Sintomas de Paz Interior.

a.Tendência a pensar e agir espontaneamente em vez de o fazer com base nomedo e nas experiências do passado;
b.. Uma habilidade imensa de valorizar e aproveitar cada momento;
c.. Perda pelo interresse de julgar pessoas;
d.. Perda pelo interesse de interpretar a acção alheia;
e.. Perda pelo interesse de participar em conflitos;
f.. Perda da habilidade de se pré-ocupar;
g.. Frequentemente dominado por episódios de imensa apreciação;
h.. Sentimentos de satisfação pela conexão com os outros e com a natureza;
i.. Frequentes ataques de sorrisos;
j.. Uma incrível tendência a deixar as coisas acontecerem ao invés de asforçar a acontecer;
k.. Uma incrível suscetibilidade ao amor recebido de outros, tanto quanto à incontrolável necessidade de estendê-lo a esses outros.
(autor desconhecido)

BUDA!

Uma vez perguntaram ao Buda:

"O que é que mais o surpreende na humanidade?"
E o Buda respondeu:
"Os homens que perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por nem viver no presente nem no futuro.
vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido".

5.15.2007

Sinta o seu corpo Vazio - Meditação Osho

Sinta Seu Corpo Vazio...

Suponha que sua forma passiva seja um quarto vazio com paredes de pele...mas dentro, tudo está vazio.

Essa é uma das mais belas técnicas. Basta sentar-se numa postura meditativa, relaxado, sozinho, sua coluna ereta e o corpo todo relaxado – como se todo o corpo estivesse pendurado pela coluna.

Então feche seus olhos. Por alguns momentos continue sentindo-se relaxado, mais relaxado, tornando-se cada vez mais calmo. Faça isso por alguns momentos, só pra ficar em sintonia.

E então subitamente, comece a sentir seu corpo como paredes de pele e não há nada dentro, não há ninguém dentro, a casa está vazia.

Ás vezes você irá sentir pensamentos passando, nuvens de pensamentos movendo-se, mas não pense que eles lhe pertencem. Você não é. Apenas pense que eles estão vagando num céu vazio – eles não pertencem a ninguém, eles não têm quaisquer raízes.

Esse é realmente o caso: pensamentos são apenas como nuvens movendo-se no céu. Eles não possuem nenhuma raiz e eles não pertencem ao céu, eles simplesmente vagam pelo céu.

Eles vêm e vão e o céu permanece intocado, não influenciado. Sinta que seu corpo é apenas paredes de pele sem ninguém dentro.

Pensamentos ainda continuarão – por causa do velho hábito, velho momentum, da velha cooperação, pensamentos continuarão vindo.

Mas apenas pense que eles são nuvens sem raízes movendo-se no espaço – eles não lhe pertencem, eles não pertencem a ninguém.

Não há ninguém a quem eles possam pertencer – você está vazio. Isso será difícil. Mas só por causa dos velhos hábitos, nada mais. Sua mente gostaria de agarrar algum pensamento.

Ficar identificada com ele, mover-se com ele, de desfrutá-lo, saciar-se nele. Resista! Apenas diga que não há ninguém para satisfazer, não há ninguém para lutar, não há ninguém para fazer coisa alguma com esse pensamento.

Dentro de poucos dias, de poucas semanas, pensamentos diminuirão, eles serão cada vez menos. As nuvens começarão a desaparecer, ou, mesmo que eles venham, haverá grandes intervalos de um céu sem nuvens quando não há nenhum pensamento.

Um pensamento irá passar. Então outro não vai vir por um período. Depois outro virá e então haverá outro intervalo. Nesses intervalos você irá saber pela primeira vez o que é a vacuidade.

E o próprio vislumbre disso lhe preencherá com uma bem-aventurança tão profunda que você não pode imaginar.

Um pouco de humor Divirtam-se

O pequeno Buda-Keanu Reeves-O Caminho do meio

5.11.2007

Tornando-se centrado!

TORNANDO-SE CENTRADO
A gente tenta a toda hora mudar as situações que passamos em nossas vidas mas esquecemos principalmente que o que realmente importa é nossa atitude perante elas. São nossas atitudes que demonstram nosso verdadeiro estado de consciência, nosso verdadeiro equilíbrio e principalmente se estamos deixando de teorizar e praticando mais aquilo que estudamos. Logicamente temos liberdade para escolher o que queremos ou não para nossas vidas, mas são nas escolhas que o equilíbrio e uma mente serena são fundamentais para saber realmente se estamos sendo conscientes ou apenas satisfazendo os caprichos do nosso ego. Saber exatamente quando ousar e quando ficar quieto, quando andar e quando ficar parado, quando investir ou quando abandonar algo faz parte da maturidade espiritual que todos nós buscamos... e tanto sonhamos.Fique centrado. Não se deixe manipular pelas opiniões dos outros ou pelas suas tentativas de empurrar você para cá e para lá. Não se rebaixe ao nível dos outros. Uma vez, nos tempos de Buda, aconteceu que uma das lindas e famosas prostitutas se apaixonou por um monge budista, um mendigo...Ela pediu que ele viesse à sua casa e que lá permanecesse por quatro meses, durante a estação das chuvas, em que os monges budistas interrompem suas viagens. O monge disse: "Terei que perguntar ao Mestre. Se ele permitir, eu irei". Os outros monges ficaram com muita inveja. Quando o jovem veio até Buda e fez o pedido, muitos ouviram. Todos se levantaram e disseram: "Isto está errado. Até mesmo ter permitido àquela mulher tocar seus pés foi errado, pois Buda disse: "Não toque nas mulheres e não deixe que elas o toquem". Você quebrou a regra... e agora está pedindo para ficar com uma mulher por quatro meses!".Mas Buda comentou: "Eu lhes falei para não tocarem nas mulheres e não serem tocados por elas porque vocês ainda não estão centrados. Para este homem, esta regra não mais se aplica. Eu o estive observando - ele já não faz parte da multidão". E ao monge ele disse: "Sim, você tem permissão".Ora, isso era demais! Nunca aconteceu algo assim antes. Todos os discípulos ficaram zangados, e durante meses milhares de fofocas circularam, exagerando o que estava ocorrendo na casa de Amrapalli - que o monge não era mais monge, que havia caído. Depois de quatro meses, quando o monge voltou, seguido por Amrapalli, Buda olhou para eles e perguntou: "Mulher, você tem algo a me dizer?".Ela disse: "Vim para ser iniciada. Tentei distrair seu discípulo, mas falhei. Esta é minha primeira derrota. Sempre tive sucesso com homens, porém não pude distraí-lo, nem ao menos um centímetro. Um grande desejo nasceu em mim também; como posso alcançar este centramento?""Ele viveu comigo, eu dancei e cantei diante dele, tentei seduzi-lo de todas as maneiras, mas ele sempre permaneceu ele mesmo. Nem por um único momento vi qualquer nuvem em sua mente ou qualquer desejo em seus olhos. Tentei convertê-lo, mas ele me converteu, e sem dizer uma única palavra. Ele não me trouxe até aqui; vim por conta própria. Conheci pela primeira vez o que é dignidade. Gostaria de aprender a arte". Ela se tornou discípula de Buda.Ele sempre caminha por si mesmo... Não há maneira de empurrá-lo para cá e para lá. Ele permanece absoluta-mente ele mesmo, de tão centrado que é, de tão enraizado que está em seu ser. Quando se encontra Turiya, o quarto estado, então não existe distração, então pode-se viver em qualquer lugar. Não tente mudar as circunstâncias de sua vida; tente mudar suas atitudes.Utilize a situação exterior para transformar seu estado interior. Mudar a situação não é uma grande mudança - você está enganando a si mesmo e o mundo. A verdadeira religião consiste em mudar o estado de consciência.Busque o mais elevado. Quando você conhece as esferas superiores de sua energia, o inferior começa a definhar espontaneamente. Essa é a verdadeira religião.
Osho

AMI O Menino das Estrelas! Excerto do livro III

- O passado deve ser sempre deixado para tráz, verdade Ami?
- Verdade. Justamente com essa finalidade existe a morte.
- Como assim?
- Voçês são muito apegados a tudo, aos vossos lugares, aos seres queridos, aos vossos bens, às vossas economias, às vossas ideias, à vossa aparência, recordações, rotinas, a tudo. E o Universo necessita que as suas creaturas evoluam, aperfeiçoando-se com outras experiências, outras situações, outros lugares, outras pessoas, outras ideias. Mas devido ao vosso apego, o único caminho em aberto para poderem passar a outras situações de aprendizagem e também de felicidade, é através da decadência e destruição da vossa "roupa", desse corpo. Então, adeus aos apegos, vamos para outra história, finalmente virar a página e que não fique sequer a memória, a não ser muito muito funda na alma.
- Então, morremos?
- Voçês não permitem outra maneira a não ser à força de serem desapegados, mas se fossem menos apegados, como sucede com almas mais evoluídas, não necessitariam deste duro processo chamado morte. Deixariam facilmente os vossos apegos e passariam voluntariamente às novas situações que o Universo tem preparadas para vós; além disso nem perderiam a lembrança da situação anterior. Na minha memória estão todas as minhas vidas, desde que fui semi gorila até hoje.
AMI - Excerto do Livro III

5.08.2007

Principio do Vácuo

PRINCÍPIO DO VÁCUO
Você tem o hábito de juntar objetos inúteis, acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar deles?
Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta?
Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom tempo?
E dentro de você?
Você tem o hábito de guardar mágoas, ressentimentos, raivas e medos?Não faça isso.É antiprosperidade.
É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida.
É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida, para que a prosperidade venha.
É a força desse vazio que absorverá e atrairá o que você almeja. Enquanto você e sua casa estiverem carregados de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades. Os bens precisam circular. Limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem. Dê o que você não usa mais. A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida. Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas o significado da atitude de guardar. Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência.
É acreditar que amanhã poderá faltar e você não terá meios de prover suas necessidades. Com essa postura, você está enviando esta mensagem para o seu cérebro e para a vida: você não quer renovar nada, já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis. Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa e dentro de você!
"As pessoas são solitárias porque constróem paredes em vez de pontes"

5.02.2007

Chico Xavier no Pinga Fogo em 1971 Exclarecendo sobre alimentação carnívora

U2 Bono Vox e Pavarotti - Ave Maria

Chico Xavier no Pinga Fogo em 1971!