2.27.2008

A Ideologia Evita a Acção!


A Ideologia Evita a Acção
O mundo está permanentemente à beira da catástrofe. Mas parece que actualmente se encontra ainda mais próximo dela. Ao nos apercebermos desta catástrofe iminente, muitos de nós refugiam-se na ideia. Nós pensamos que esta catástrofe, esta crise, pode ser resolvida através de uma ideologia. A ideiologia é sempre um impedimento ao relacionamento directo, e isto não permite a acção. Nós desejamos a paz apenas como uma ideia, mas não como uma realidade. Queremos a paz somente ao nível verbal, o qual se encontra exclusivamente ao nível do pensamento, embora seja com orgulho que lhe chamamos a nível intelectual. Mas a palavra paz não é a paz. A paz só pode existir quando cessar a confusão que se estabelece entre vós e o outro. Estamos apegados ao mundo das ideias e não à paz. Procuramos novos padrões sociais e políticos, não procuramos a paz; estamos preocupados com a reconciliação dos efeitos e não com a erradicação das causas da guerra. Esta procura apenas nos trará respostas condicionadas pelo passado. É a este condicionamento que chamamos conhecimento, experiência; e os factos novos, em mudança, são traduzidos, interpretados, de acordo com este conheciemento. Portanto, existe conflito entre o que é e a experiência passada. O passado, que é conhecimento, estará sempre em conflito com o facto, que se situa sempre no presente. Assim, isto não irá resolver o problema, mas antes perpetuar as condições que criaram o problema.

Acção sem Ideação!

Acção sem Ideação
A ideia é o resultado do processo do pensamento, o processo do pensamento é a resposta da memória, e a memória está sempre condicionada. A memória está sempre no passado, e essa memória ganha vida no presente por meio de um desafio. A memória não tem qualquer tipo de vida em si mesma; é-lhe dada vida no presente quando é confrontada por um desafio. E toda a memória, latente ou activa, é condicionada, não é verdade? Assim sendo, tem de haver uma aproximação totalmente diferente. Têm de descobrir por vós mesmos, interiormente, se estão a agir sobre uma ideia, e se poderá existir acção sem ideação.

O Véu da Crença!

O Véu da Crença

Vocês acreditam em Deus, e outra pessoa não acredita em Deus, e assim as vossas crenças separam-vos uns dos outros. A crença encontra-se organizada, pelo mundo fora, sob a forma de Hinduísmo, Budismo ou Cristianismo, e deste modo divide um homem do outro. Estamos confusos e achamos que atrás da crença iremos tornar claro o que é confuso; isto é, a crença é sobreposta à confusão, e nós esperamos que com isso a confusão seja dissipada. Mas a crença é uma mera fuga ao facto que é a confusão; ela não nos ajuda a encarar nem compreender o facto, mas apenas a fugirmos da confusão em que nos encontramos. Para compreendermos a confusão não é necessária a crença, e a crença apenas actua como um véu entre nós e os nossos problemas. Assim, a religião, que é a crença organizada, torna-se um meio de fuga ao que é, ao facto que é a confusão. O homem que acredita em Deus, o homem que acredita no além, ou que tem qualquer outra forma de crença, está a fugir à realidade do que ele próprio é. Não conhecem aqueles que acreditam em Deus, que fazem puja, que repetem certos cânticos e mantras, e que nas suas vidas diárias são dominadores, cruéis, ambiciosos, batoteiros, desonestos? Poderão encontrar Deus? Estão realmente à procura de Deus? Será possível encontrar Deus através da repetição de palavras, através da crença? Mas essas pessoas acreditam em Deus, adoram Deus, vão todos os dias ao templo, fazem de tudo para fugirem ao facto que é a realidade do que são - e vocês consideram-nas respeitáveis porque elas são vocês mesmos.

2.21.2008

Yonaguni - Lemuria - Mu

2.11.2008

Nós somos o Mundo!

Vicki o pequeno Golfinhos para miúdos e graúdos!

Oportunidades de Auto-expansão!

Opotunidades de Auto-expansão

...A estrutura hierárquica oferece uma excelente oportunidade de auto-expansão. Vocês podem desejar que todos sejam irmãos, mas como é que tal pode acontecer se vocês procuram distinções espirituais? Vocês podem rir-se dos títulos mundanos; mas quando admitem a existência do Mestre, do salvador, do guru no reino do espírito, não estão justamente a fazer uma transposição da mesma atitude mundana? Poderão existir divisões ou graus hierárquicos no crescimento espiritual, na compreensão da verdade, na compreensão de Deus? O amor não admite divisões. Ou se ama ou não se ama; mas não transformem a falta de amor num processo interminável cujo o fim é o amor. Quando sabemos, não amamos, quando estamos conscientes desse facto através da atenção sem escolha, então existe a possibilidade de transformação; mas cultivar laboriosamente esta distinção entre o Mestre e o discípulo, entre aqueles que alcançaram e os que não alcançaram, entre o salvador e o pecador, é negar o amor. O explorador, que é por sua vez explorado, encontra um paraíso nesta escuridão e ilusão.
...A separação entre Deus ou a realidade e vós é criada por vós mesmos, pela mente que se agarra ao conhecido, à certeza, à segurança. Esta separação não pode ser anulada; não há nenhum ritual, nenhuma disciplina, nenhum sacríficio que possa fazer a ponte; não existe nenhum salvador, nenhum Mestre, nenhum guru que vos possa conduzir ao real ou que possa destruir esta separação. A divisão não é entre o real e vós; ela está dentro de vós mesmos.
...O essencial é que compreendam o conflito crescente do desejo; e esta compreensão só vem através do autoconhecimento e da constante atenção aos movimentos do eu.

2.06.2008

Cecilia - Avé Maria




Mãe Divina

Restaura-nos

O

Nosso

Eterno Feminino

Para que Unos

Caminhemos

No Retorno

A Casa



Ask the Mountains - Vangelis!