3.31.2008

Impossivel por um titulo....Vejam por si e dêem o titulo!

Absolutamente extraordinário...
Sem dúvida da que pensar....

3.27.2008

Morrer é voltar para Casa....

MORRER É VOLTAR PARA CASA

Quando a morte chega, com sua bagagem de mistérios, traz junto divergências e indagações. Afinal, quando os olhos se fecham para a luz, o coração silencia e a respiração cessa, terá morrido junto a essência humana? Materialistas negam a continuação da vida. Mas os espiritualistas dizem que sim, a vida prossegue além da sepultura. E eles têm razão. Há vida depois da morte. Vida plena, pujante, encantadora. Prova disso? As evidências estão ao alcance de todos os que querem vê-las. Basta olhar o rosto de um ser querido que faleceu e veremos claramente que falta algo: a alma já não mais está ali. O Espírito deixou o corpo feito de nervos, sangue, ossos e músculos. Elevou-se para regiões diferentes, misteriosas, onde as leis que prevalecem são as criadas por Deus. Como acreditar que somos um amontoado de células, se dentro de nós agita-se um universo de pensamentos e sensações? Não. Nós não morreremos junto com o corpo. O organismo voltará à natureza - restituiremos à Terra os elementos que recebemos - mas o Espírito jamais terá fim. Viveremos para sempre, em dimensões diferentes desta. Somos imortais. O sopro que nos anima não se apaga ao toque da morte. Prova disso está nas mensagens de renovação que vemos em toda parte. Ou você nunca notou as flores delicadas que nascem sobre as sepulturas? É a mensagem silenciosa da natureza, anunciando a continuidade da vida. Para aquele que buscou viver com ética e amor, a morte é apenas o fim de um ciclo. A volta para casa. Com a consciência pacificada, o coração em festa, o homem de bem fecha os olhos do corpo físico e abre as janelas da alma. Do outro lado da vida, a multidão de seres amados o aguarda. Pais, irmãos, filhos ou avós - não importa. Os parentes e amigos que morreram antes estarão lá, para abraços calorosos, beijos de saudade, sorrisos de reencontro. Nesse dia, as lágrimas podem regar o solo dos túmulos e até respingar nas flores, mas haverá felicidade para o que se foi em paz. Ele vai descobrir um mundo novo, há muito esquecido. Descobrirá que é amado e experimentará um amor poderoso e contagiante: o amor de Deus. Depois daquele momento em que os olhos se fecharam no corpo material, uma voz ecoará na alma que acaba de deixar a Terra. E dirá, suave: Vem, sê bem-vindo de volta à tua casa.

Fonte: Texto da redacção do Momento Espirita.

3.24.2008

PachaMama -­ Temple of Transformation!

3.18.2008


Poderosa Oração para alcançar Abundância
“Neste momento eu quero aquietar meu corpo, mente, alma e espírito para me colocar diante de Deus e do Universo em oração. Eu quero agradecer por todas as coisas boas que têm acontecido em minha vida. Agradeço por [ . . . ], muito obrigado, muito obrigado mesmo meu Deus!!! Continua -me concedendo bençãos e felicidades superiores e a cada dia serei mais grato a Ti. Declaro que posso profetizar as minhas bençãos, que posso declarar a minha vitória sobre tudo o que têm me afligido e nesta hora eu quero declarar que:
* MUITO DINHEIRO ESTÁ FLUINDO PARA MIM
*ÓTIMOS RELACIONAMENTOS VÊM SOBRE MIM
*TODOS OS QUE ME AFLIGEM ME ALEGRARÃO
*TUDO O QUE ME AFLIGE ME ALEGRARÁ!
Eu visualizo nesta hora, as coisas que quero [. . .] , e vejo a possibilidade destas cenas se concretizarem em minha vida, em nome de Jesus eu oro e profetizo e visualizo isto sobre a minha vida. Deus e Universo! Se quiseram conceder algo muito bom ou de grande valor para alguém neste dia e este alguém rejeitou, por favor, encaminhe-o(s) até mim. Muito grato por tudo, agradeço, declaro as bençãos sobre minha vida e a cada dia que passa, creio que enriqueço. Amém!”

3.11.2008

Mandalas é uma Arte e também uma Ciencia!

MANDALAS É UMA ARTE E TAMBÉM UMA CIÊNCIA !
A Mandala além de ser uma arte é também uma ciência, porque o arquétipo original de qualquer mandala, cientificamente tem sua origem na ciência exata, que é a matemática. Em qualquer mandala a geometria está inserida, o que é comprovadamente explicado pela formação dos princípios de linhas básicas que retratam a polaridade dos aspectos masculino e feminino que compõem esta dimensão em que nós, seres humanos vivemos. Segundo os egípcios a Geometria Sagrada, tem suas bases. na reta (masculino) e na esfera (feminino). E a partir das bases dessa geometria os movimentos foram criados e temos a formação do Universo, retratada pela figura da Flor da Vida. Esse mesmo arquétipo faz parte de todas as partículas que compõem este universo, que são mandalas menores que na união de todas formam a “ Grande Mandala que é o próprio Universo”, onde “Eu”, “Você”, “ Nós”, estamos e somos parte de um conjunto, com outras mandalas de todos os outros reinos, outras estrelas e galáxias , formamos parte de um grande corpo “ o Grande Universo” – “Deus” – Espírito Universal” – “Cosmos” – “Jeová”, em fim o “ Grande “ Eu Sou”.“ O Princípio, Meio e Fim”.
Este código (da flor da vida) está impresso , no sistema genético da vida humana a nível celular, e no planeta terra, e é por isso que todo o ser humano, mesmo que inconscientemente, imediatamente reconhece e se identifica com esse arquétipo. Sabemos que somos pequenas mandalas em movimento numa órbita microcósmica que é o nosso universo individual, girando em torno do nosso próprio centro, que nada mais é que o reflexo do macrocósmico, centro ou ponto onde tudo começa. Nossas responsabilidade e consciência de unidade precisam ser, extremamente trabalhadas a partir do universo individual, para que o reflexo no sentido contrário, ou seja, a Globalização seja realizada, sentida e vivida em plenitude. E nesses momentos de transição, mudança de era e formação de uma nova raça, está sendo necessário que todos busquem sintonizar no despertar da consciência, para poder fortalecer o seu próprio veículo de Luz, fortalecer também o veículo de Luz do Planeta para que este possa cumprir a sua missão, passar pela iniciação que esperam todos aqueles que vivem e servem em todos os níveis, unicamente “ A Vontade de Deus”. Por isso, trago esse tema com um enfoque maior para a conscientização, disciplina e a necessidade de informar quão importante é para todos nós, a nossa responsabilidade no esforço e trabalho de busca do auto-conhecimento, aprimoramento, crescimento para que possamos permanentemente fortalecer a mandala pessoal que nós somos e assim participar da reprogramação global da Grande Mandala do planeta terra e da maior mandala que é o próprio UNIVERSO.
ARTE DAS MANDALAS
A mandala é uma ferramenta para se conectar com o universo, com a essência da vida... Mas também pode nos levar ao encontro de nossas mais desconhecidas características pessoais. A força das formas e das cores tem poderes incríveis... Entenda a mandala e descubra o que ela pode fazer por você Mandala (Sânscrito: "círculo") no budismo tântrico e no hindu é um diagrama simbólico usado em ritos sagrados e como um instrumento de meditação. A mandala é, basicamente, uma representação do universo, uma área consagrada que serve como um receptáculo para os deuses e como um ponto de união das forças universais. O homem (o microcosmo) mentalmente "entrando" na mandala e "proseguindo" para seu centro é uma analogia dos processos cósmicos de desintegração e da reintegração. -- Enciclopédia Britanica Mandala é uma imagem circular composta por um padrão de formas que se repetem simetricamente em torno de um ponto central. Tão simples assim? Na verdade não. Uma mandala é muito mais que um simples desenho. O que confere a ela, então, a força e a magia pelas quais é conhecida? Integração cósmica, processos de cura, contemplação divina, meditação, relaxamento, busca espiritual, função terapêutica... São inúmeras as possíveis utilizações dessas poderosas imagens. A Mandala é um daqueles assuntos ‘clássicos e consagrados’ que tem significado tão profundo e abrangente que torna-se difícil, por vezes, encontrar definições fiéis ao seu rico sentido. Se pensarmos bem iremos encontrar infinitas mandalas na natureza. O Sol, a Lua, um botão de rosa, algumas frutas e a própria terra são formas circulares. Assim como podem ser considerados círculos conceituais os da amizade e os familiares, por exemplo.
Esta forma geométrica básica possui grande força simbólica. O espaço interior, onde as formas se desenvolvem, é sagrado. O limite circular é, portanto, a divisão entre o divino e o mundano, entre a consciência e a inconsciência, entre a alma e a matéria, entre a união e a desagregação. A palavra Mandala encontra sua origem na antiga língua hindu, o sânscrito. Esta palavra significa “círculo”, mas uma mandala é muito mais que uma forma. Ela representa a totalidade, a perfeição, a qualidade do que é completo. Há milhares de anos ela é um instrumento de contemplação do divino e meditação. Seria com se fosse o mundo projetado geometricamente e reduzido a uma amostra essencial, totalizante. Significa a unidade, a parte que representa o todo. Existem muitas abordagens sobre o assunto, cada parte do mundo tem sua maneira de interagir e utilizar as mandalas. São do Oriente os primeiros registros de sua utilização, para fins religiosos, mas desde o tempo das cavernas já se tem notícia de sua existência por meio de desenhos encontrados em cavernas.
O PODER DA MANDALA – UM CAMPO DE FORÇA..."uma mandala pode alterar as vibrações daquilo que suas emanações atingem. E isso é uma realidade. Quando fazemos contato visual com uma mandala nossa energia se altera...”. Parte de um parágrafo do livro: Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados, de Celina Fioravante, Ed. Pensamento. O poder de uma mandala está relacionado ao seu padrão de formas, cores e estrutura numérica. Estes elementos têm uma simbologia que se baseia na numerologia, na cromoterapia, assim como no conhecimento que o ser humano já tem em relação à visão e como as formas são percebidas por nossa mente e retina. Cada elemento é responsável por parte das vibrações que uma mandala é capaz de emanar na sua totalidade. Assim como nas artes visuais, o poder das mandalas está exatamente naquilo que não podemos alcançar com palavras. Quando fazemos uma mandala pode-se dizer que ela é a expressão de nosso subconsciente, que por sua vez também não tem uma explicação definitiva, ou seja, ainda tem muito a ser explorado. A composição das formas e das cores em uma mandala é muito importante, assim como sua forma circular e organizada em torno de um centro. Elas fascinam pela magia de seus movimentos. São símbolos que exprimem as riquezas incontáveis do subconsciente humano. Nosso cérebro responde de maneira muito particular às imagens, que têm um poder intenso, real e indiscutível. Quem já não se sentiu calmo após ver um quadro azul e com formas organizadas e quase regulares? Pode parecer estranho, mas o poder de cura da mandala, suas características terapêuticas, sua capacidade de auxiliar na concentração e na meditação e, até, alterar estados de consciência, entre outras, deve-se à sua composição, a estes elementos acima citados e ao efeito que causam em nossa mente.
Pode ser constituída de múltiplas formas geométricas, com simbolismos gráficos e cores. A palavra, em si, significa “ ter atingido a iluminação perfeita e insuperável”. No interior da mandala há um ponto central, que representa a essência da mandala. Os outros elementos em geral parecem estar em ligação com este elemento e de certa forma dependem dele, pois se desenvolvem a partir de sua existência. Este ponto representa uma existência superior, a fonte de toda criação.... Este trecho do livro Mandalas, de Celina Fioravante, reafirma o sentido de unidade e totalidade de uma mandala, que se origina no centro dela, o começo de tudo. Esta é a simbologia do centro. A simbologia das bases numéricas das mandalas baseia-se na numerologia. A divisão do espaço interior da mandala determina os números atuantes no desenho. Uma mandala que tem divisões cuja base numérica é o três, por exemplo, está ligada ao resultado de uma acção. Segundo a autora do livro, esta mandala representa realizações no plano da matéria a partir de motivações espirituais; ela simboliza o filho e o ar. O três é um número de comunicação, original e criativo. Já as cores são grandes responsáveis pelas emanações da mandala. O estudo das cores é muito vasto, existem muitas teorias que as classificam e definem suas particularidades. Uma delas é a cromoterapia, mais usada em processos de cura, por exemplo. Um exemplo pode ser dado a partir do vermelho: a influência do vermelho é estimulante e activa. Afasta a depressão e tira o desânimo. Já a cor amarela incentiva e muda os pensamentos. É uma representação do universo e de tudo que há nele. Khyil-khor é a palavra Tibetana para mandala e significa "centro do universo onde um ser totalmente iluminado habita". Os círculos sugerem totalidade,unidade, o útero, completude e eternidade.
Elas não representam uma estranha realidade, e sim, um mundo iluminado que sempre existiu que é revelado quando as manchas da raiva, apego e ignorância são transformados. Paradoxalmente estes mundos iluminados são construídos das mesmas energias que nós, em nossa visão dualística, percebemos como raiva, apego e ignorância, mas no estado iluminado, inabalável, são vistos como força, compaixão e sabedoria. Portanto, mandalas são projetos arquitetônicos ou vistas aéreas de palácios celestiais constituídos de conceitos iluminados. Antes mesmo de compreender seu significado maior, muito antes do surgimento das religiões e doutrinas, já havia o homem entrado em contato com o mundo simbólico da mandala. Desde o principio ela encontra-se inserida na humanidade - no momento em que o homem começou a organizar-se em grupos, formados à partir de uma figura central a irradiar algum tipo de influência ou autoridade, estava sugerida a mandala, que passou a fazer-se essencialmente presente em suas danças, cerimônias e rituais de iniciação na forma de riscos e sinais feitos no chão ou em pedras. As mandalas estão por toda a parte. Vemos sua utilização na arte pictórica, na escultura e arquitetura (as construções de vários templos antigos tem como base a disposição a representar os 4 pontos cardeais). O círculo encerra, protege, conforta. Daí, nada mais natural que o inconsciente humano lançar ao exterior sua forma preferida e afim. Nos rituais mágicos não pode faltar o círculo protector. Nos rituais de cura e iniciações os participantes arranjam-se em círculos ou são colocados dentro deles. As crianças aprendem a brincar de roda e seus primeiros desenhos são tentativas de imitar um círculo. Essa é a disposição do universo e da natureza, que não criam linhas retas; estas, são um produto puramente humano. Usando um pouco de sensibilidade percebermos que temos no círculo algo de sagrado, de místico e de essência incognoscível
A mandala é passado, presente e futuro. Dos povos primitivos ao homem contemporâneo, a disposição circular sempre foi largamente utilizada em suas construções e agrupamentos. A modernidade trouxe linhas retas e duras em seus edifícios, no design de automóveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e outros objectos. Mas, ao modo do fluxo e refluxo do mar, está retornando às suaves e harmoniosas formas curvas. Não podemos falar em mandala sem pensar em "imagem". E o que é a imagem senão a representação de um ideal? No Budismo (mandala) e Hinduísmo (yantra) são usadas como auxiliares na meditação e suas imagens são representações simbólicas de divindades e forças atuantes do Universo; o microcosmo no macrocosmo. O objetivo da meditação é a unificação, sendo que o retorno ao centro representa essa unificação, o encontro com o divino. Meditar é unificar-se, é encontrar-se com a divindade interior e as mandalas são portas de acesso a esse fim. A mandala, também conhecida por círculo mágico, é um elemento muito utilizado para meditação e em rituais e vivências para o auto conhecimento. Toda mandala tem uma harmonia de formas que circudam um ponto central, sendo este ponto representativo da divindade, segundo a ótica oriental. Repleta de simbolismos, em praticas meditativas e de autoconhecimento, trazem à tona aspectos do nosso ser enquanto seres divinos. São numerosos os conceitos, formas, interpretações e toda a simbologia que envolve as mandalas. Para os orientais, como os budistas e hindus, o camimho a ser alcançado é sempre o da iluminação e da divindade.

Porque é que a Luz se pode considerar onda e particula?

Por que é que a luz é considerada onda e partícula?
A luz pode apresentar duas identidades dependendo de como interage com a matéria. Isaac Newton acreditava que a luz era uma partícula, que voltava para trás após chocar com um objecto. O holandês Christian Huygens não concordava com essa tese e descreveu a teoria ondulatória da luz. Hoje, a teoria quântica da luz admite a dualidade onda-partícula. Em certas situações (como a difracção da luz e interferência luminosa) a luz comporta-se como uma onda: noutras (como no feito fotoeléctrico) comporta-se comopartícula. Para Einstein, no efeito fotoeléctrico (obtenção de corrente eléctrica com incidência de luz violeta sobre uma chapa metálica), a luz era contituída de peuenos 'pacotes' de energia (fotões). A incidência de fotões fornece energia para extrair electrões. Neste caso, a acção da luz equivale a uma colisão entre partículas, isto é, entre fotões e electrões.

Curiosidade

BANCO DO PATRIMÓNIO VEGETAL PORTUGUÊS

Em Braga situa-se o Banco Português de Germoplasma, ou um armazém para conservação e estudo de sementes. Criado em 1977, o Banco Português de Germoplasma guarda todas a variedades de milho, variedades de leguminosas e de frutas, qual depositário do património vegetal do País. O acervo do Banco conta com mais de 17 mil acessos de mais de 1oo espécies cultivadas e silvestres. Este espaço tem como funções a conservação, estudo, análise e eventual cedência de sementes. A conservação é feita a médio ou longo prazo. Neste último caso, espera-se 300 a 400 anos, usando câmaras de frio a 18º graus negativos.
Revista 'Domingo',Correio da Manhã de 09-03-2008

3.05.2008

Uma Mente Livre è Humilde!


Uma Mente Livre É Humilde
Alguma vez se debruçaram sobre a questão da dependência psicológica? Se a observarem muito profundamente, descobrirão que a maior parte de nós se encontra terrivelmente só. A maioria de nós não sabe o que é o amor. Assim, devido a essa solidão, devido a essa insuficiência, à privação da vida, apegamo-nos a algo, apegamo-nos à família; dependemos dela. E quando a mulher ou o marido desviam de nós a sua atenção, ficamos enciumados. O ciúme não é amor; mas o amor que a sociedade atribui à família está investido de respeitabilidade. Essa é outra forma de defesa, outra forma de figirmos de nós mesmos. Portanto, qualquer forma de resistência alimenta a dependência. E uma mente que é dependente nunca poderá ser livre.
Vocês precisam de ser livres, porque assim poderão observar que uma mente que é livre contém a essência da humildade. Uma tal mente, que é livre e, portanto, humilde, pode aprender - o que não acontece com uma mente que tem resitências. Aprender é uma coisa extraordinária - aprender, não acumular conhecimento. Acumular conhecimento é algo completamente diferente. Aquilo a que chamamos conhecimento é relativamente fácil, porque se inscreve no movimento que parte do conhecido para o conhecido. Mas aprender é um movimento que parte do conhecido para o desconhecido - só assim podem aprender, não é verdade?

A Bondade não tem Motivo!


A Bondade Não Tem Motivo
Se eu tiver um motivo para ser bom, será que isso faz nascer a bondade? Ou será a bondade algo que é completamente desprovido desta ânsia de ser bom, que está sempre baseada num motivo? Será o bem o oposto do mau, o oposto do mal? Cada oposto contém em si a semente do seu próprio oposto, não é assim? Existe a ganância, e existe o ideal da não-ganância. Quando a mente procura a não-ganância, quando ela tenta deixar de ser gananciosa, está a continuar a sê-lo, porque está a querer ser algo. A ganância implica desejar, adquirir, expandir, e quando a mente vê que ser gananciosa, portanto o motivo continua a ser o mesmo, o de ser ou de adquirir algo. Quando a mente quer deixar de querer, a raiz do querer, do desejo, ainda permanece lá. Portanto a bondade não é o oposto do mal; é um estado totalmente diferente. E o que é esse estado?
É óbvio que a bondade não tem motivo, porque todo o motivo tem a sua base no eu; é o movimento egocêntrico da mente. Portanto, o que queremos dizer quando falamos de bondade? Certamente só existe bondade quando há uma atençaõ total. A atenção não tem motivo. Quando existe um motivo para a atenção, haverá realmente atenção? Se presto atenção, porque quero adquirir algo, a aquisição, seja ela boa ou má, não é atenção - é uma distração. Uma divisão. Só existe bondade quando há uma totalidade de atenção na qual não se verifica nenhum esforço para ser ou para não ser.

Justificar o mal!

Justificar o Mal
É óbvio que a presente crise que grassa por todo o mundo tem um carácter excepcional, sem precedentes. Tem havido crises de diversos tipos em períodos diferentes da história - sociais, nacionais, políticas. As crises vêm e vão; recessões económicas, depressões, chegam, são modificadas, e continuam sob uma outra forma. Sabemos isso; estamos familiarizados com esse processo. Mas a presente crise é certamente diferente, não é? É diferente, porque, em primeiro lugar, estamos a lidar não com dinheiro nem com coisas tangíveis, mas com ideias. Esta crise é excepcional porque se situa no campo da ideação. Estamos a guerrear com ideias, estamos a justificar o assassínio; em toda a parte do mundo estamos a justificar o assassínio como um meio para se atingir um fim que é correcto, o que é, em si próprio, algo que nunca havia acontecido anteriormente. No passado, o mal era reconhecido como mal, o assassinato era reconhecido como tal, mas agora o assassinato é um meio de se atingir um resultado nobre. O assassínio, seja de uma única pessoa ou de um grupo de pessoas, é justificado, porque o assassino, ou o grupo que o assassino representa, o justifica como um meio de alcançar um resultado que será benéfico para a humanidade. Ou seja, sacrificamos o presente em nome do futuro - e não importa quais os meios que empregamos desde que o nosso propósito expresso seja o de produzir um resultado que dizemos trazer benefícios à humanidade. Portanto, o que está implícito é que um meio errado pode produzir um fim correcto, e justificamos os meios errados através da ideação... Dispomos de uma magnífica estrutura de ideias para justificarmos o mal e isso é certamente algo sem precedentes. O mal é mal; não pode dar origem a algo bom. A guerra não é um meio para se alcançar a paz.