3.11.2008

Mandalas é uma Arte e também uma Ciencia!

MANDALAS É UMA ARTE E TAMBÉM UMA CIÊNCIA !
A Mandala além de ser uma arte é também uma ciência, porque o arquétipo original de qualquer mandala, cientificamente tem sua origem na ciência exata, que é a matemática. Em qualquer mandala a geometria está inserida, o que é comprovadamente explicado pela formação dos princípios de linhas básicas que retratam a polaridade dos aspectos masculino e feminino que compõem esta dimensão em que nós, seres humanos vivemos. Segundo os egípcios a Geometria Sagrada, tem suas bases. na reta (masculino) e na esfera (feminino). E a partir das bases dessa geometria os movimentos foram criados e temos a formação do Universo, retratada pela figura da Flor da Vida. Esse mesmo arquétipo faz parte de todas as partículas que compõem este universo, que são mandalas menores que na união de todas formam a “ Grande Mandala que é o próprio Universo”, onde “Eu”, “Você”, “ Nós”, estamos e somos parte de um conjunto, com outras mandalas de todos os outros reinos, outras estrelas e galáxias , formamos parte de um grande corpo “ o Grande Universo” – “Deus” – Espírito Universal” – “Cosmos” – “Jeová”, em fim o “ Grande “ Eu Sou”.“ O Princípio, Meio e Fim”.
Este código (da flor da vida) está impresso , no sistema genético da vida humana a nível celular, e no planeta terra, e é por isso que todo o ser humano, mesmo que inconscientemente, imediatamente reconhece e se identifica com esse arquétipo. Sabemos que somos pequenas mandalas em movimento numa órbita microcósmica que é o nosso universo individual, girando em torno do nosso próprio centro, que nada mais é que o reflexo do macrocósmico, centro ou ponto onde tudo começa. Nossas responsabilidade e consciência de unidade precisam ser, extremamente trabalhadas a partir do universo individual, para que o reflexo no sentido contrário, ou seja, a Globalização seja realizada, sentida e vivida em plenitude. E nesses momentos de transição, mudança de era e formação de uma nova raça, está sendo necessário que todos busquem sintonizar no despertar da consciência, para poder fortalecer o seu próprio veículo de Luz, fortalecer também o veículo de Luz do Planeta para que este possa cumprir a sua missão, passar pela iniciação que esperam todos aqueles que vivem e servem em todos os níveis, unicamente “ A Vontade de Deus”. Por isso, trago esse tema com um enfoque maior para a conscientização, disciplina e a necessidade de informar quão importante é para todos nós, a nossa responsabilidade no esforço e trabalho de busca do auto-conhecimento, aprimoramento, crescimento para que possamos permanentemente fortalecer a mandala pessoal que nós somos e assim participar da reprogramação global da Grande Mandala do planeta terra e da maior mandala que é o próprio UNIVERSO.
ARTE DAS MANDALAS
A mandala é uma ferramenta para se conectar com o universo, com a essência da vida... Mas também pode nos levar ao encontro de nossas mais desconhecidas características pessoais. A força das formas e das cores tem poderes incríveis... Entenda a mandala e descubra o que ela pode fazer por você Mandala (Sânscrito: "círculo") no budismo tântrico e no hindu é um diagrama simbólico usado em ritos sagrados e como um instrumento de meditação. A mandala é, basicamente, uma representação do universo, uma área consagrada que serve como um receptáculo para os deuses e como um ponto de união das forças universais. O homem (o microcosmo) mentalmente "entrando" na mandala e "proseguindo" para seu centro é uma analogia dos processos cósmicos de desintegração e da reintegração. -- Enciclopédia Britanica Mandala é uma imagem circular composta por um padrão de formas que se repetem simetricamente em torno de um ponto central. Tão simples assim? Na verdade não. Uma mandala é muito mais que um simples desenho. O que confere a ela, então, a força e a magia pelas quais é conhecida? Integração cósmica, processos de cura, contemplação divina, meditação, relaxamento, busca espiritual, função terapêutica... São inúmeras as possíveis utilizações dessas poderosas imagens. A Mandala é um daqueles assuntos ‘clássicos e consagrados’ que tem significado tão profundo e abrangente que torna-se difícil, por vezes, encontrar definições fiéis ao seu rico sentido. Se pensarmos bem iremos encontrar infinitas mandalas na natureza. O Sol, a Lua, um botão de rosa, algumas frutas e a própria terra são formas circulares. Assim como podem ser considerados círculos conceituais os da amizade e os familiares, por exemplo.
Esta forma geométrica básica possui grande força simbólica. O espaço interior, onde as formas se desenvolvem, é sagrado. O limite circular é, portanto, a divisão entre o divino e o mundano, entre a consciência e a inconsciência, entre a alma e a matéria, entre a união e a desagregação. A palavra Mandala encontra sua origem na antiga língua hindu, o sânscrito. Esta palavra significa “círculo”, mas uma mandala é muito mais que uma forma. Ela representa a totalidade, a perfeição, a qualidade do que é completo. Há milhares de anos ela é um instrumento de contemplação do divino e meditação. Seria com se fosse o mundo projetado geometricamente e reduzido a uma amostra essencial, totalizante. Significa a unidade, a parte que representa o todo. Existem muitas abordagens sobre o assunto, cada parte do mundo tem sua maneira de interagir e utilizar as mandalas. São do Oriente os primeiros registros de sua utilização, para fins religiosos, mas desde o tempo das cavernas já se tem notícia de sua existência por meio de desenhos encontrados em cavernas.
O PODER DA MANDALA – UM CAMPO DE FORÇA..."uma mandala pode alterar as vibrações daquilo que suas emanações atingem. E isso é uma realidade. Quando fazemos contato visual com uma mandala nossa energia se altera...”. Parte de um parágrafo do livro: Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados, de Celina Fioravante, Ed. Pensamento. O poder de uma mandala está relacionado ao seu padrão de formas, cores e estrutura numérica. Estes elementos têm uma simbologia que se baseia na numerologia, na cromoterapia, assim como no conhecimento que o ser humano já tem em relação à visão e como as formas são percebidas por nossa mente e retina. Cada elemento é responsável por parte das vibrações que uma mandala é capaz de emanar na sua totalidade. Assim como nas artes visuais, o poder das mandalas está exatamente naquilo que não podemos alcançar com palavras. Quando fazemos uma mandala pode-se dizer que ela é a expressão de nosso subconsciente, que por sua vez também não tem uma explicação definitiva, ou seja, ainda tem muito a ser explorado. A composição das formas e das cores em uma mandala é muito importante, assim como sua forma circular e organizada em torno de um centro. Elas fascinam pela magia de seus movimentos. São símbolos que exprimem as riquezas incontáveis do subconsciente humano. Nosso cérebro responde de maneira muito particular às imagens, que têm um poder intenso, real e indiscutível. Quem já não se sentiu calmo após ver um quadro azul e com formas organizadas e quase regulares? Pode parecer estranho, mas o poder de cura da mandala, suas características terapêuticas, sua capacidade de auxiliar na concentração e na meditação e, até, alterar estados de consciência, entre outras, deve-se à sua composição, a estes elementos acima citados e ao efeito que causam em nossa mente.
Pode ser constituída de múltiplas formas geométricas, com simbolismos gráficos e cores. A palavra, em si, significa “ ter atingido a iluminação perfeita e insuperável”. No interior da mandala há um ponto central, que representa a essência da mandala. Os outros elementos em geral parecem estar em ligação com este elemento e de certa forma dependem dele, pois se desenvolvem a partir de sua existência. Este ponto representa uma existência superior, a fonte de toda criação.... Este trecho do livro Mandalas, de Celina Fioravante, reafirma o sentido de unidade e totalidade de uma mandala, que se origina no centro dela, o começo de tudo. Esta é a simbologia do centro. A simbologia das bases numéricas das mandalas baseia-se na numerologia. A divisão do espaço interior da mandala determina os números atuantes no desenho. Uma mandala que tem divisões cuja base numérica é o três, por exemplo, está ligada ao resultado de uma acção. Segundo a autora do livro, esta mandala representa realizações no plano da matéria a partir de motivações espirituais; ela simboliza o filho e o ar. O três é um número de comunicação, original e criativo. Já as cores são grandes responsáveis pelas emanações da mandala. O estudo das cores é muito vasto, existem muitas teorias que as classificam e definem suas particularidades. Uma delas é a cromoterapia, mais usada em processos de cura, por exemplo. Um exemplo pode ser dado a partir do vermelho: a influência do vermelho é estimulante e activa. Afasta a depressão e tira o desânimo. Já a cor amarela incentiva e muda os pensamentos. É uma representação do universo e de tudo que há nele. Khyil-khor é a palavra Tibetana para mandala e significa "centro do universo onde um ser totalmente iluminado habita". Os círculos sugerem totalidade,unidade, o útero, completude e eternidade.
Elas não representam uma estranha realidade, e sim, um mundo iluminado que sempre existiu que é revelado quando as manchas da raiva, apego e ignorância são transformados. Paradoxalmente estes mundos iluminados são construídos das mesmas energias que nós, em nossa visão dualística, percebemos como raiva, apego e ignorância, mas no estado iluminado, inabalável, são vistos como força, compaixão e sabedoria. Portanto, mandalas são projetos arquitetônicos ou vistas aéreas de palácios celestiais constituídos de conceitos iluminados. Antes mesmo de compreender seu significado maior, muito antes do surgimento das religiões e doutrinas, já havia o homem entrado em contato com o mundo simbólico da mandala. Desde o principio ela encontra-se inserida na humanidade - no momento em que o homem começou a organizar-se em grupos, formados à partir de uma figura central a irradiar algum tipo de influência ou autoridade, estava sugerida a mandala, que passou a fazer-se essencialmente presente em suas danças, cerimônias e rituais de iniciação na forma de riscos e sinais feitos no chão ou em pedras. As mandalas estão por toda a parte. Vemos sua utilização na arte pictórica, na escultura e arquitetura (as construções de vários templos antigos tem como base a disposição a representar os 4 pontos cardeais). O círculo encerra, protege, conforta. Daí, nada mais natural que o inconsciente humano lançar ao exterior sua forma preferida e afim. Nos rituais mágicos não pode faltar o círculo protector. Nos rituais de cura e iniciações os participantes arranjam-se em círculos ou são colocados dentro deles. As crianças aprendem a brincar de roda e seus primeiros desenhos são tentativas de imitar um círculo. Essa é a disposição do universo e da natureza, que não criam linhas retas; estas, são um produto puramente humano. Usando um pouco de sensibilidade percebermos que temos no círculo algo de sagrado, de místico e de essência incognoscível
A mandala é passado, presente e futuro. Dos povos primitivos ao homem contemporâneo, a disposição circular sempre foi largamente utilizada em suas construções e agrupamentos. A modernidade trouxe linhas retas e duras em seus edifícios, no design de automóveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e outros objectos. Mas, ao modo do fluxo e refluxo do mar, está retornando às suaves e harmoniosas formas curvas. Não podemos falar em mandala sem pensar em "imagem". E o que é a imagem senão a representação de um ideal? No Budismo (mandala) e Hinduísmo (yantra) são usadas como auxiliares na meditação e suas imagens são representações simbólicas de divindades e forças atuantes do Universo; o microcosmo no macrocosmo. O objetivo da meditação é a unificação, sendo que o retorno ao centro representa essa unificação, o encontro com o divino. Meditar é unificar-se, é encontrar-se com a divindade interior e as mandalas são portas de acesso a esse fim. A mandala, também conhecida por círculo mágico, é um elemento muito utilizado para meditação e em rituais e vivências para o auto conhecimento. Toda mandala tem uma harmonia de formas que circudam um ponto central, sendo este ponto representativo da divindade, segundo a ótica oriental. Repleta de simbolismos, em praticas meditativas e de autoconhecimento, trazem à tona aspectos do nosso ser enquanto seres divinos. São numerosos os conceitos, formas, interpretações e toda a simbologia que envolve as mandalas. Para os orientais, como os budistas e hindus, o camimho a ser alcançado é sempre o da iluminação e da divindade.

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